5 DICAS DE ESPORTES DE AVENTURA


Um dos objetivos do homem sempre foi vencer obstáculos e limites, buscando ser o mais forte, o mais ágil e o mais rápido perante os competidores e os ambientes. Levando a extremos, chegou-se aos esportes de aventura, no qual, além de certo perigo físico, busca-se mais que a vitória uma vivência física e emocional. Para os praticantes, o fundamental é sentir a adrenalina pulsando.

Os esportes de aventura se dividem em duas categorias, os esportes de aventura na natureza e os esportes radicais urbanos. Os do primeiro tipo, além dos riscos da atividade em si, o praticante deve lidar com a imprevisibilidade da natureza. Afinal, pode chover nevar, o rio pode ficar mais turbulento, etc. Já os urbanos utilizam a disposição das cidades em sua prática, embora algumas modalidades possam ser praticadas indoor.

Vamos encarar cinco destes esportes. Mantenha o sangue frio, enfrente seus medos r vamos em frente.

1. Rafting – O rafting é descida em corredeiras em equipe utilizando botes infláveis e equipamentos de segurança. A prática se inicia com o instrutor da atividade passando a todos os participantes detalhadas instruções de segurança. Embora existam relatos desta prática no século XIX, o rafting estabeleceu-se com maior força a partir dos anos 80, inclusive, a introdução da modalidade no Brasil ocorreu em 1982 pela empresa TY-Y Expedições, cujas descidas se restringiam ao rio Paraíba do Sul e rio Paraibuna, ambos em Três Rios, no Rio de Janeiro. A dificuldade de uma descida é graduada em sete níveis. No primeiro nível é descida tranquila, em áreas com pedras muito pequenas, requerendo poucas manobras. Nos níveis seguintes a dificuldade é crescente, chegando até o nível 6, quando as corredeiras são extremamente perigosas, com pedras e ondas enormes. Acima disto, nível 7, é considerado extremamente perigoso e exige muita habilidade para completar o percurso.

2. Parapente – Modalidade de voo livre, mas diferente do paraquedismo comum, no qual o praticante tem poucas ações a fazer, o parapentista pode controlar a sua direção utilizando as correntes de ar, para voar por longos períodos. O esporte teve seu início em 1965, criado por Dave Barish e Domina Jalbert, sendo reconhecido como desporto em 1985. O velame em si é constituído de materiais como o nylon e o poliéster e tem tamanhos variados, assim como a quantidade e forma dos gomos, permitindo diversos tipos de desempenho. Entre as principais modalidades podemos destacar o Cross Country, cujo objetivo é voar um trajeto predeterminado no menor tempo. A Acrobacia é o tipo mais radical de parapente, exigindo muita perícia e sangue-frio e é obrigatoriamente disputada sobre a água para maior segurança. Por fim, existe o Lift, disputado visando desviar de obstáculo s como morros, encostas e edifícios.

3. Mountain Bike – O modo mais radical de ciclismo, sendo praticado em estradas de terra, trilhas e parques. Surgiu na Califórnia, no meio da década de 1950, entre ciclistas em busca de maiores desafios. A bikes para este esporte tem várias diferenças de uma comum, tais como pneus mais largos e cardados, quadros reforçados, e até suspensão traseira e dianteira em alguns modelos. Existems diversas modalidades de montain bike, entre elas citamos o Cross-country ou XCO, disputados em percursos de 30km à 40 km em percursos cheios de subidas e descidas íngremes, pedras, raízes e riachos. O Trip Trail ou XCM: Caracterizado por provas longas, que podem durar dois ou três dias, sendo chamada, por esta razão, de maratona e o BMX, disputado em circuitos que permitem vários saltos e curvas de parede.

4. Bungee jumping – Consiste basicamente em saltar de uma grande altura com o corpo atado em cordas elásticas preparadas para suportar até 4000 kilogramas, tornando o praticante literalmente um ioiô humano. Existem modalidades em que jumper fica preso pela cintura e o peito, maneira esta recomendada para os iniciantes, e, para os mais radicais, ata-se na cintura e nos pés, obrigando o praticante a saltar de cabeça Por envolver riscos diversos, além da checagem completa dos equipamentos, recomenda-se que sua prática seja feita em locais apropriados e acompanhados por instrutores devidamente habilitados.

5. Parkour – Atividade cujo objetivo é deslocar-se da maneira mais rápida e eficaz, superando quaisquer obstáculos como grades, muros e paredes de concreto. Nela o praticante se move deve ter eficiência máxima de movimentos, sendo rápido, direto e energeticamente econômico e o mais direto possível. Foi desenvolvido nos anos 90 por David Bell e Sébastien Foucan, que juntaram treinamento militar, o méthode naturelle, artes marciais e ginástica. Os criadores divergiram no desenvolvimento da arte e prática ensinada por Foucan é chamada de free running. Os principais movimentos no parkour são a aterrissagem, equilíbrio, passar sob um obstáculo, rolar para amortecer quedas, passagem de muros ou parede, saltos, saltos de precisão, desmonte, entre outros. O parkour exige do traucer ou praticante, disciplina e concentração, além do mero preparo físico para que os movimentos sejam seguros, precisos e absolutamente livres.

Se o seu lugar é a cidade, o campo, litoral ou mesmo o céu, há uma atividade para testar seus limites, praticar a autoconfiança e sentir as endorfinas esmagarem o stress do cotidiano. Escolha uma e entre de cabeça, mas recomendamos usar capacete!

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