5 DICAS DE ESPORTES COLETIVOS


Uma das grandes satisfações em se praticar um esporte é compartilhar, os esforços, as conquistas e vitórias com os companheiros. Além do aspecto desportivo e lúdico, estas modalidades desenvolvem o trabalhar em equipe, o desenvolvimento de lideranças, o sentido que pessoas com habilidades diferentes, mas complementares, podem juntos atingir seus objetivos. Isto faz com que os esportes coletivos tenham funções sociais importantes e sejam os mais populares em todo o mundo. Os mais conhecidos são o futebol, voleibol e basquetebol, cujos torneios arrastam multidões nos estádios ou em transmissões televisivas. Veja sugestões de esportes coletivos.

Todavia, existem outros esportes coletivos, que a nós podem parecer curiosos e divertidos. Vamos ver de perto cinco deles. Quem sabe eles não podem ser uma boa ideia para variar a próxima reunião de sua turma?

1. Queimada – Este esporte tem vários nomes, conforme a região do Brasil, podendo ser chamado de Caçador, Baleada, Matada, Cemitério ou Carimbada, além de muitos outros. Muitos o consideram mais uma brincadeira que um esporte, mas sua forma norte-americana, o dodgeball ou prisionball, tem campeonatos sérios organizados e federações ativas. Embora existam variações nas regras, a queimada normalmente é praticada em uma quadra retangular dividida ao meio com uma área no fundo de cada metade, chamada de cemitério, barra ou prisão. As equipes se dividem em suas metades do campo e após uma disputa inicial da bola, a equipe tenta eliminar ou “fazer prisioneiros” no time adversário os acertando com boladas. Vence o grupo que aprisionar todos os jogadores adversários. Dependendo da norma adotada, o jogado eliminado fica no cemitério e pode continuar atingindo seus adversários sempre que em posse da bola e até voltar ao seu campo. Esta modalidade exige boa coordenação, rapidez e força, sendo muito praticado em escolas de todo o Brasil.

2. Pelota Basca – Praticada desde a Idade Média, teve sua profissionalização a partir do século XIX, principalmente na França e na Espanha e hoje ganha adeptos em várias partes do mundo. Na pela basca, os jogadores ou duplas devem atirar a pelota contra, duas paredes que formam um ângulo de noventa graus, o frontão, acima de uma linha que varia entre noventa centímetros e um metro de altura. Ao voltar, a pelota só pode tocar no solo uma vez e então ser rebatida, senão é ponto. Este esporte é dividido em várias modalidades. Em todas as modalidades as regras são as mesmas Na Cesta Punta, também conhecida como Jai-alai, é praticada em quadras de 54 metros de comprimento e graças ao uso de um instrumento especial, a bolinha pode alcança até 300 km/h. Existem outras modalidades como a Mano, na qual a quadra pode ou não ter trinquete, uma espécie de telhado onde a bola pode quicar livremente antes de atingir o chão e em outras como a Xare, Pala Corta, Paleta Cuero, Paleta Goma, Frontenis e Joko Garbi, são utilizados tacos e raquetes especiais, além de er variações próprias nas regras.

3. Rugby – Começou como uma variação do nosso futebol, tornou-se um esporte de extrema interação física, o que torna obrigatório o uso de equipamentos de segurança, como chuteiras, ombreiras, boqueiras e capacetes, além de uma bola oval. As equipes são constituídas de 15 jogadores em campo e 7 jogadores reservas. As partidas têm duração de 80 minutos, divididos em dois tempos iguais. O objetivo é marcar pontos ao levar a bola até atrás da linha do gol da área adversária e fazê-la tocar o chão. As formas de marcas estes pontos são: Try quando um jogador consegue apoiar a bola com uma das mãos no chão da “área de validação” adversária, a Conversão, que ocorre sempre após o try, a equipe marcadora tem a possibilidade de chutar em direção aos postes do ponto paralelo dentro do campo, tentando fazer com que a bola passe por cima da trave e entre os postes da equipe adversária; o Drop goal que ocorre quando um jogador chuta tentando fazer a bola passar por cima da trave e entre os postes da equipe adversária e o Penalty Goal, cobrado após sofrer uma falta. No rugby o uso das mãos é permitido ao passar as bolas para o lado ou para trás. Para conduzi-as para frente, apenas com os pés. Para roubar a bola do adversário é permitido agarrar e bloquear, o que o torna um esporte de contato muito aguerrido e emocionante.

4. Badminton – Este jogo de raquetes iniciou-se como uma diversão dos militares britânicos que viviam na Índia no século XIX. O objetivo do jogo é fazer a peteca, ou volante como é também chamada, tocar na quadra adversária. Dessa forma o atleta ou dupla marcam um ponto no placar. Os pontos são corridos e para finalizar o game é necessário abrir uma diferença de 2 pontos do adversário. Quem atingir 21 pontos ganha o jogo. É muito popular em países asiáticos, como Paquistão, Índia, China e Japão, mas conta com praticantes na Europa, na América do Norte, na América Central e na América do Sul.

5. Lacrosse. – Esporte derivado de antigas tradições de povos nativos canadenses, é praticado em sua forma moderna com uma bola de metal pequena e sólida e um bastão de cabo longo chamado de crosse. A cabeça do taco é amarrada com malhas soltas, projetado para capturar e segurar a bola de lacrosse. O objetivo do jogo é marcar, atirando a bola na baliza do adversário, utilizando o bastão para capturar, transportar, e passar a bola para marcar o tento ou impedir que adversário o faça. As principais modalidades deste esporte são: O Field lacrosse, Lacrosse feminino, Box lacrosse e intercrosse. O Field Lacrosse é jogado em campo aberto, em quadras de 100 m de comprimento e 55 m de largura. O Box Lacrosse é uma versão indoor do jogo, disputada por equipas de seis componentes em um rinque de hóquei onde o gelo foi removido ou coberto por relva artificial. No Lacrosse feminino algumas regras são alteradas, vedando muito do contato físico entre as competidoras. O Intercrosse é uma variação do jogo, mais praticada na Europa e na porção francesa do Canadá. Nela se restringe ainda mais o contato físico, as medidas dos campos são diferentes, assim como as dimensões e materiais do crosse e da bola.

Com estes exemplos, o simples “bater uma bolinha” pode ganhar muita diversidade, além da diversão garantida e, quem sabe, até uma medalha olímpica! Então, vamos juntar a galera e fazer uns esportes diferentes?

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